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05/12/2013
Exercício em excesso pode interferir no ciclo menstrual e pode contribuir para perda óssea precoce!



O equilíbrio é fundamental, caso contrário a atividade física pode causar mais prejuízos à saúde do que benefícios



Fazer exercício físico em excesso com a intenção de conseguir resultado rápido, seja pela busca da forma perfeita ou para alcançar melhor desempenho esportivo, não é uma boa estratégia. O ideal é respeitar o limite do corpo, que dá sinais quando algo está errado. Essa prática pode trazer sérias consequências como: ciclo menstrual irregular, o que pode influenciar na fertilidade feminina; fadiga muscular; lesões e consequentemente a interrupção da atividade.

A diretora da Clínica Invita e membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), Dra. Graciela Morgado, explica o que acontece no organismo da mulher que pratica exercício de forma intensa. “Há um desequilíbrio neuroendócrino, o que causa uma falha no hipotálamo, glândula que regula diversas funções hormonais e assim ocorre a não liberação dos hormônios estimuladores dos ovários e como consequência o organismo deixa de produzir o estrógeno e a progesterona causando alterações menstruais”, esclarece.

Nessa situação, a amenorreia (falta de menstruação), pode diminuir a densidade mineral óssea. Em curto prazo, existe maior probabilidade de fraturas por estresse, podendo evoluir para uma osteoporose. O comportamento alimentar inadequado associado a esses distúrbios caracteriza a Tríade da Mulher Atleta, que atinge principalmente corredoras de longas distâncias, bailarinas e ginastas.

A partir desse quadro a especialista aconselha acompanhamento nutricional rigoroso associado à ingestão de cálcio e vitamina D e redução da atividade física em 10 a 20% no volume, intensidade e frequência, podendo ser suficiente para a normalização do ciclo menstrual. “Nos casos em que não há retorno espontâneo, a reposição hormonal é recomendada para evitar a perda óssea precoce. Indica-se o uso de anticoncepcional com altas doses de estrógeno para aumentar a massa óssea da paciente e regularizar a menstruação”, conclui.





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